Costumo sempre dizer que o mais difícil de um texto ou discurso é a introdução. Você nunca sabe como começar sem ser agressivo ou deixar subentendido que está é uma conversa já em andamento...
Hoje vamos fazer uma breve retrospectiva, ontem dia 27 de agosto o “Meu Santuário” completava dois anos, por isso não queria deixar passar em branco e resolvi realizar uma pequena viagem fazendo uma breve releitura de todo o caminho percorrido até agora.
Dia 27 de agosto de 2009 foi dada a largada como dizia o primeiro post deste blog que não tinha ambição alguma.
Lembro-me de ouvir alguém me dizer, ou melhor, escrever-me um texto chamado “Liberte-se” aquele texto até hoje nunca publicado neste blog ficaram gravadas em minha mente, dessa forma nasceu meu santuário, um lugar onde você poderia libertar seus pensamentos e forma de palavras.
Escrevi sobre tristeza, raiva, angustia, ansiedades, vesti alguns personagens, falei de pessoas, sobre sentimentos, sobre assuntos que viraram polêmica. Nem sempre falei de mim, quando o fazia achava-se que tratava de outros, quando de outros acreditaram se tratar de mim.
Expus mentiras, falei verdades, critiquei, elogiei, criei opiniões e diversas formas de enxergar o mesmo assunto.
Durante esse tempo que passou amadureci idéias, a forma de escrever ficou diferente, quebrei tabus e paradigmas sem medo dos julgamentos adversos que poderiam vir!
Falei sobre o que muitos disseram não ter coragem, me expus e mascarei algumas dores, rompi amarras e tomei a liberdade de falar sem medo do caos.
Falei sobre determinação, otimismo, equilíbrio, coragem e atitude! Dividi vitórias sendo que muitos nem perceberam...
Esse sou eu, essa é minha face, sou grego e sou troiano, depende apenas do que for necessário. Posso gostar de azul e vermelho e ainda sim dizer que tenho uma face apenas.
Sou camaleão. Me adapto ao ambiente em que vivo, mas algumas vezes me esqueci de retirar a camuflagem que tomava meu corpo e acabei provando do próprio veneno.
Metamorfose!
Cada fase é uma fase e deve ser vivida retirando melhor aprendizado que ela puder te oferecer.
Apesar de não ser entendido por diversas vezes, continuei usando meu santuário para libertar aquilo que me impedia e me segurava me limitando.
Usei a melhor forma para despertar o interesse daqueles a quem nem imaginava que conseguiria o fazer.
Usei linhas de raciocínio e descobri que um mesmo texto pode ser interpretado de diversas formas e que palavras tem o poder de construir e destruir conforme colocadas.
E com isso pude perceber que nesta história durante esse dois anos muitos capítulos se encerraram por completo. Novas histórias se iniciaram, novos personagens passaram a ganhar vida e meu santuário cada vez mais freqüentado por pessoas diferentes compartilha histórias, vidas, divide experiências dores e anseios sem o medo real que muitas vezes nos assombra.
Aprendi a usar o tempo a meu favor e a crescer além dos limites, fui até onde a vida começa e confessei que jamais seria o mesmo, me tornei sensível, voltei a ser duro, até mesmo dançando no escuro. Viajei milhas de distância, encontrei a perfeição e resolvi não olhar mais para trás. Pedi perdão, pedi liberdade, e descobri que o sorriso é a maneira mais barata para melhorar a aparência. Descobri que depois de todas as tempestades, a felicidade me acompanha, brinquei com o silêncio e me tornei um Walker. Revelei segredos, me dei a oportunidade, construí mistérios e descobri com mais do que palavras que merecia isto.
Pedi para que continuasse me amando ainda amanhã, pedi para não me deixar, retiramos as máscaras e quem diria: Pedi para me deixar sozinho pois eu era solitário!
Perdi a inocência em caminhos misteriosos, e desejos secretos me mostraram que todos precisam de um ponto de equilíbrio, por isso pedi para que você saísse do meu caminho. Assim entendi que precisamos ser sempre otimistas e nunca deixar de acreditar, pois junto de seus amigos sempre pode haver um novo início.
Após tudo isso percebo que “nunca impus estilos de vida, apenas descrevi um!” .
Mr. Pete!
Eu não sigo as tendências eu as faço!

Comentários
Postar um comentário